O que seria escrever "sem dificuldade"
Odilons Soares Leme
Especial para a Folha de S. Paulo
Em recente edição, uma revista de circulação nacional afirmou, a respeito de programas de alfabetização de jovens e adultos, que "a maior parte dos alunos logra pouco mais que aprender a traçar o próprio nome, pois não segue estudando". Isso ajuda a entender um dado estatístico apresentado na mesma matéria: "Para a maioria dos brasileiros, ler o nome de uma rua ou escrever uma lista de compras são tarefas impossíveis. (...) apenas 26% da população com idade entre 15 e 64 anos consegue ler e escrever sem dificuldades".
Pode ser problemático estabelecer os limites do que se considera "ler e escrever sem dificuldade". De qualquer modo, aferir se o candidato está ou não dentro desses limites é a finalidade da prova de língua portuguesa, com destaque para a redação, nos exames vestibulares.
O que constrange, porém, é verificar, nos meios de comunicação, sinais claros de "dificuldades" inadmissíveis em quem tem o falar e escrever como profissão. Daí a declaração enfática do poeta Ferreira Gullar em recente crônica (Ilustrada, 9/10): "Decididamente, não aceito que se dê como certo escrever nos jornais e falar na televisão coisas como "as milhões de pessoas" ou "um dos que fez"." É sintomático que as duas expressões dadas como "exemplos" derrapem exatamente no terrenos da concordância. O gênero masculino do substantivo milhão exigiria os milhões de pessoas; o plural de dos (= daqueles) exigiria um dos que fizeram.
Mas há exemplos mais dolorosos, porque mais graves e canhestros, como "(...): executivos da montadora são acusados de pagar prostitutas brasileiras para participarem de festas, na qual políticos alemães também estariam presentes". Festas, na qual?!
Se há uma questão de concordância em que os professores se esmeram é a que focaliza a construção da voz passiva sintética. O famoso "vende-se casas" é devidamente execrado e corrigido. Como o verbo vender é transitivo direto e o se é pronome apassivador, o sujeito é casas.
Portanto o correto é vendem-se casas, equivalente da passiva analítica casas são vendidas. Mas parece que alguns faltaram a essa aula, e então encontramos num jornal "Os moradores da rua Manuel Morais Pontes estão comovidos. Por lá, só se ouve elogios ao clã". Se por lá só são ouvidos elogios, então por lá só se ouvem elogios.
Será que se pode dizer que quem escreve assim escreve sem dificuldade?
publicado no http://vestibular.uol.com.br/ultnot/resumos/ult2772u65.jhtm
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Bibliotecas do Mundo
Bibliotecas do Mundo
Biblioteca Apostólica Vaticana - biblioteca que possui um arquivo
secreto: bav.vatican. va
Biblioteca Central - localize os livros das bibliotecas da UFRGS:
www.biblioteca. ufrgs.br
Biblioteca del Congreso - item Expo Virtual mostra alguns tesouros
dessa biblioteca argentina: www.bcnbib.gov. ar
Biblioteca Digital Andina - Bolívia, Colômbia, Equador e Peru estão
representados: www.comunidadandina .org/bda <
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Biblioteca Digital de Obras Raras - livros completos digitalizados,
como um de Lavoisier editado no século 19: www.obrasraras. usp.br <
http://www.obrasrar as.usp.br/>
Biblioteca do Hospital do Câncer - índice desse acervo especializado em
oncologia: www.hcanc.org. br/outrasinfs/ biblio/biblio1. html <
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Biblioteca do Senado Federal - sistema de busca nos 150 mil títulos da
biblioteca: www.senado.gov. br/biblioteca <
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Biblioteca Mário de Andrade - acervo, eventos e história da principal
biblioteca de São Paulo: www.prefeitura. sp.gov.br/ mariodeandrade <
http://www.prefeitu ra.sp.gov. br/mariodeandrad e>
Biblioteca Nacional de Portugal - apresenta páginas especiais com
reproduções relacionadas a Eça de Queirós e a Giuseppe Verdi, entre outros:
www.bn.pt
Biblioteca Nacional de España - entre as exposições virtuais, uma
interessante coleção cartográfica do século 16 ao 19: www.bne.es <
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Biblioteca Nacional de la República Argentina - biblioteca, mapoteca
e fototeca: www.bibnal.edu. ar
Biblioteca Nacional de Maestros - biblioteca argentina voltada para a
comunidade educativa: www.bnm.me.gov. ar
Biblioteca Nacional del Perú - alguns livros eletrônicos, mapas e
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Biblioteca Nazionale Centrale di Roma - expõe detalhes de obras antigas
de seu catálogo: www.bncrm.librari. beniculturali. it <
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Biblioteca Româneasca - textos em romeno e dados sobre autores do país:
biblioteca.euroweb. ro
Biblioteca Virtual Galega - textos em língua galega, parecida com o
português: bvg.udc.es
Bibliotheca Alexandrina - conheça a instituição criada à sombra da
famosa biblioteca, que sumiu há mais de 1.600 anos: www.bibalex. org/website<
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California Digital Library - imagens e e-livros oferecidos pela
Universidade da Califórnia: californiadigitalli brary.org <
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Celtic Digital Library - história e literatura celtas: celtdigital. org<
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Círculo Psicanalítico de Minas Gerais - acervo especializado em
psicanálise: www.cpmg.org. br/n_biblioteca. asp <
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Cornell Library Digital Collections - compilações variadas, sobre
agricultura e matemática, por exemplo: moa.cit.cornell. edu <
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Corpus of Electronic Texts - história, literatura e política
irlandesas: www.ucc.ie/celt
Crime Library - histórias reais de criminosos, espiões e terroristas:
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Educ.ar Biblioteca Digital - em espanhol, apresenta
livros e revistas de "todas as disciplinas" :
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Gallica - Bibliothèque Numérique - volumes da Biblioteca Nacional da
França digitalizados: gallica.bnf. fr
Human Rights Library - mais de 14 mil documentos relacionados aos
direitos humanos: www1.umn.edu/ humanrts
IDRC Library - textos e imagens desse centro de estudos do
desenvolvimento internacional: www.idrc.ca/ library <
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Internet Ancient History Sourcebook - página dedicada à difusão de
documentos da Antiguidade: www.fordham. edu/halsall/ ancient/asbook. html <
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Internet Archive - guarda páginas da internet em seus diversos estágios
de evolução: www.archive. org
Internet Public Library - indica páginas em que se podem ler documentos
sobre áreas específicas do conhecimento: www.ipl.org
John F. Kennedy Library - sobre o presidente americano John F. Kennedy,
morto em 1963: www.cs.umb.edu/ jfklibrary
LibDex - índice para localizar mais de 18 mil bibliotecas do mundo todo
e seus sites: www.libdex.com
Lib-web-cats - enumera bibliotecas de mais de 60 países, mas o foco são
os EUA e o Canadá: www.librarytechnolo gy.org/libwebcat s <
http://www.libraryt echnology. org/libwebcats>
Libweb - outro site de busca de instituições, com 6.600 links de 115
países: sunsite.berkeley. edu/Libweb
Mosteiro São Geraldo - livros e periódicos sobre história e literatura
húngara, filosofia, teologia e religião: www.msg.org. br <
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National Library of Australia - divulga periódicos australianos da
década de 1840: www.nla.gov. au
Oxford Digital Library - centraliza acesso a projetos digitais das
bibliotecas da Universidade de Oxford: www.odl.ox.ac. uk <
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Perseus Digital Library - dedicado a estudos sobre os gregos e romanos
antigos: www.perseus. tufts.edu
Servei de Biblioteques - bibliotecas da Universidade Autônoma de
Barcelona: www.bib.uab. es
The Aerial Reconnaissance Archives - recém-lançado, site promete
divulgar 5 milhões de fotos aéreas da Segunda Guerra Mundial:
www.evidenceincamer a.co.uk
The British Library - além de busca no catálogo, tem coleções virtuais
separadas por região geográfica: www.bl.uk
The Digital Library - diversas coleções temáticas, como a de escritoras
negras americanas do século 19: digital.nypl. org <
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The Digital South Asia Library - periódicos, fotos e estatísticas que
contam a história do Sul da Ásia: dsal.uchicago. edu <
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The Huntington - grande quantidade de obras raras em arte e botânica:
www.huntington. org
The Math Forum - textos que se propõem a auxiliar no ensino da
matemática: mathforum.org/ library
The New Zealand Digital Library - destaque para os arquivos sobre
questões humanitárias: www.sadl.uleth. ca/nz/cgi- bin/library <
http://www.sadl. uleth.ca/ nz/cgi-bin/ library>
Treasures of Keyo University - um dos destaques é a reprodução da
Bíblia de Gutenberg: www.humi.keio. ac.jp/treasures <
http://www.humi. keio.ac.jp/ treasures>
Unesco Libraries Portal - informações sobre bibliotecas e projetos
voltados para a preservação da memória: www.unesco.org/ webworld/ portal_bib<
http://www.unesco. org/webworld/ portal_bib>
UOL Biblioteca - dicionários, guias de turismo e especiais noticiosos:
www.uol.com. br/bibliot
UT Library Online - possui uma ampla coleção de mapas:
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Bibliotecas virtuais
Alexandria Virtual - acervo variado, de literatura a humor:
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Bartleby.com - importantes textos, como os 70
volumes da "Harvard Classics" e a obra completa de Shakespeare:
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Bibliomania - 2.000 textos clássicos e guias de estudo em inglês:
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Biblioteca dei Classici Italiani - literatura italiana, dos "duecento"
aos "novecento": www.fausernet. novara.it/ fauser/biblio <
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Biblioteca Electrónica Cristiana - teologia e humanidades vistas por
religiosos: www.multimedios. org
Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro - especializada em
literatura em língua portuguesa: www.bibvirt. futuro.usp. br <
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literárias: www.biblio.com. br
Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes - cultura hispano-americana:
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Biblioteca Virtual Universal - textos infanto-juvenis, literários e
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Contos Completos de Machado de Assis - mais de 200 contos de Machado de
Assis: www.uol.com. br/machadodeassi s
Cultvox - serviço que oferece alguns e-livros gratuitamente e vende
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Dearreader.com - clube virtual que envia por
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eBooksbrasil - livros eletrônicos gratuitos em diversos formatos:
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iGLer - acesso rápido a duas centenas de obras literárias em português:
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International Children's Digital Library - pretende oferecer e-livros
infantis em cem línguas: www.icdlbooks. org
IntraText - textos completos em diversas línguas, entre elas o latim:
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Jornal da Poesia - importante acervo de poesia em língua portuguesa,
com textos de mais de 3.000 autores: www.secrel.com. br/jpoesia <
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Net eBook Library - biblioteca virtual com parte do acervo restrito a
assinantes do site: netlibrary.net
Nuovo Rinascimento - especializado em documentos do Renascimento
italiano: www.nuovorinascimen to.org/n- rinasc/homepage. htm <
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Online Literature Library - pequena coleção para ler diretamente no
navegador: www.literature. org
Progetto Manuzio - textos em italiano para download, incluindo óperas:
www.liberliber. it/biblioteca
Project Gutenberg - mantido por voluntários, importante site com obras
integrais disponíveis gratuitamente: www.gutenberg. net <
http://www.gutenber g.net/>
Proyecto Biblioteca Digital Argentina - obras consideradas
representativas da literatura argentina: www.biblioteca. clarin.com <
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Textos de Literatura Galega Medieval - pequena seleção de poesias e
histórias medievais:
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http://www.usc. es/~ilgas/ escolma.html
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The Literature Network - poemas, contos e romances de aproximadamente
90 autores: www.online-literatu re.com
The Online Books Page - afirma ter mais de 20 mil livros on-line:
digital.library. upenn.edu/ books
The Online Medieval and Classical Library - obras literárias clássicas
e medievais: sunsite.berkeley. edu/OMACL
Usina de Letras - divulga a produção de escritores independentes:
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Virtual Book Store - literatura do Brasil e estrangeira, biografias e
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francês, espanhol, alemão e italiano: virtualbooks. terra.com. br <
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Científicos
Banco de Teses - resumos de teses e dissertações apresentadas no Brasil
desde 1987: www.capes.gov. br
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - textos integrais de parte
das teses e dissertações apresentadas na USP: www.teses.usp. br <
http://www.teses. usp.br/>
Biblioteca Virtual em Saúde - revistas científicas e dados de pesquisas
sobre adolescência, ambiente e saúde : www.bireme.br >
Digital Library of MIT Theses - algumas teses do Instituto de
Tecnologia de Massachusetts; a mais antiga é de 1888: theses.mit.edu <
http://theses. mit.edu/>
Great Images in Nasa - imagens históricas da agência espacial
americana: grin.hq.nasa. gov
ProQuest Digital Dissertations - sistema para pesquisar resumos de
teses e de dissertações: wwwlib.umi.com/ dissertations <
http://wwwlib. umi.com/disserta tions>
Public Health Image Library - fotos, ilustrações e animações voltadas
para o esclarecimento de questões de saúde pública: phil.cdc.gov <
http://phil. cdc.gov/>
PubMed - referências a 14 milhões de artigos biomédicos:
www.ncbi.nlm. nih.gov/entrez/ query.fcgi <
http://www.ncbi. nlm.nih.gov/ entrez/query. fcgi>
SciELO - biblioteca eletrônica com periódicos científicos brasileiros:
www.scielo.br
ScienceDirect - mais de 1.800 revistas, de "ACC Current Journal Review"
a "Zoological Journal": www.sciencedirect. com <
http://www.scienced irect.com/>
Universia Brasil - busca teses nas universidades públicas paulistas e
na PUC-PR: www.universiabrasil .net/busca_ teses.jsp <
http://www.universi abrasil.net/ busca_teses. jsp>
Associações
American Library Association - sobre o sistema de bibliotecas dos EUA:
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Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas
- publicações indicadas e agenda de eventos da área: www.apbad.pt <
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Association des Bibliothécaires Français - dossiês sobre o sistema
francês de bibliotecas e temas correlatos: www.abf.asso. fr <
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Conselho Federal de Biblioteconomia - atualidades e links de interesse
da área: www.cfb.org. br
Conselho Regional de Biblioteconomia de São Paulo - legislação e
eventos da biblioteconomia: www.crb8.org. br
Council on Library and Information Resources - organização que se
preocupa com a preservação de informações: www.clir.org <
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European Bureau of Library, Information and Documentation Associations
- entidade européia dedicada à promoção da ciência da informação: <
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Biblioteca Apostólica Vaticana - biblioteca que possui um arquivo
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como um de Lavoisier editado no século 19: www.obrasraras. usp.br <
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Biblioteca Mário de Andrade - acervo, eventos e história da principal
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California Digital Library - imagens e e-livros oferecidos pela
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Crime Library - histórias reais de criminosos, espiões e terroristas:
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Educ.ar
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Gallica - Bibliothèque Numérique - volumes da Biblioteca Nacional da
França digitalizados: gallica.bnf. fr
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Internet Archive - guarda páginas da internet em seus diversos estágios
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John F. Kennedy Library - sobre o presidente americano John F. Kennedy,
morto em 1963: www.cs.umb.edu/ jfklibrary
LibDex - índice para localizar mais de 18 mil bibliotecas do mundo todo
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Lib-web-cats - enumera bibliotecas de mais de 60 países, mas o foco são
os EUA e o Canadá: www.librarytechnolo gy.org/libwebcat s <
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Libweb - outro site de busca de instituições, com 6.600 links de 115
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Mosteiro São Geraldo - livros e periódicos sobre história e literatura
húngara, filosofia, teologia e religião: www.msg.org. br <
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Barcelona: www.bib.uab. es
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negras americanas do século 19: digital.nypl. org <
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The Digital South Asia Library - periódicos, fotos e estatísticas que
contam a história do Sul da Ásia: dsal.uchicago. edu <
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The Huntington - grande quantidade de obras raras em arte e botânica:
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matemática: mathforum.org/ library
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questões humanitárias: www.sadl.uleth. ca/nz/cgi- bin/library <
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Treasures of Keyo University - um dos destaques é a reprodução da
Bíblia de Gutenberg: www.humi.keio. ac.jp/treasures <
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voltados para a preservação da memória: www.unesco.org/ webworld/ portal_bib<
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UOL Biblioteca - dicionários, guias de turismo e especiais noticiosos:
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UT Library Online - possui uma ampla coleção de mapas:
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Bibliotecas virtuais
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Bibliomania - 2.000 textos clássicos e guias de estudo em inglês:
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Assis: www.uol.com. br/machadodeassi s
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American Library Association - sobre o sistema de bibliotecas dos EUA:
www.ala.org
Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas
- publicações indicadas e agenda de eventos da área: www.apbad.pt <
http://www.apbad. pt/>
Association des Bibliothécaires Français - dossiês sobre o sistema
francês de bibliotecas e temas correlatos: www.abf.asso. fr <
http://www.abf. asso.fr/>
Conselho Federal de Biblioteconomia - atualidades e links de interesse
da área: www.cfb.org. br
Conselho Regional de Biblioteconomia de São Paulo - legislação e
eventos da biblioteconomia: www.crb8.org. br
Council on Library and Information Resources - organização que se
preocupa com a preservação de informações: www.clir.org <
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European Bureau of Library, Information and Documentation Associations
- entidade européia dedicada à promoção da ciência da informação: <
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Bahia terá Festival de Teatro Infantil
Bahia terá Festival de Teatro Infantil
Estão abertas, até o dia 15 de agosto de 2008, as inscrições para o 1º Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana (Fenatifs), na Bahia. Grupos teatrais profissionais e amadores de todo país podem participar do festival, que será realizado entre 6 e 12 de outubro deste ano, na cidade de Feira de Santana (BA). A iniciativa é da Companhia Cuca de Teatro, em parceria institucional com a Universidade Estadual de Feira de Santana, através do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). “Queremos fazer de Feira de Santana um grande pólo de discussão do teatro infantil, não só incentivando a apresentação de montagens, como fomentando o debate sobre nossa arte”, comenta a produtora da Cia Cuca de Teatro e coordenadora do Fenatifs, Elizete Destéffani.
A programação do festival inclui uma Mostra Nacional (MN) e uma Mostra de Teatro do Interior Baiano (MIB), ambas não competitivas, além de debates, mesas-redondas, workshops e Mostra de Talentos Mirins, com alunos de Feira de Santana. As inscrições devem ser feitas, conforme edital, exclusivamente através dos Correios. Além da ajuda de custo, os participantes serão premiados com o Troféu Luiz Carlos Tourinho, uma homenagem ao ator falecido recentemente e ao Teatro Tablado, de Maria Clara Machado. Para ler o edital e obter mais informações, os interessados devem acessar o site. http://www.ciacucadeteatro.com.br/
Estão abertas, até o dia 15 de agosto de 2008, as inscrições para o 1º Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana (Fenatifs), na Bahia. Grupos teatrais profissionais e amadores de todo país podem participar do festival, que será realizado entre 6 e 12 de outubro deste ano, na cidade de Feira de Santana (BA). A iniciativa é da Companhia Cuca de Teatro, em parceria institucional com a Universidade Estadual de Feira de Santana, através do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). “Queremos fazer de Feira de Santana um grande pólo de discussão do teatro infantil, não só incentivando a apresentação de montagens, como fomentando o debate sobre nossa arte”, comenta a produtora da Cia Cuca de Teatro e coordenadora do Fenatifs, Elizete Destéffani.
A programação do festival inclui uma Mostra Nacional (MN) e uma Mostra de Teatro do Interior Baiano (MIB), ambas não competitivas, além de debates, mesas-redondas, workshops e Mostra de Talentos Mirins, com alunos de Feira de Santana. As inscrições devem ser feitas, conforme edital, exclusivamente através dos Correios. Além da ajuda de custo, os participantes serão premiados com o Troféu Luiz Carlos Tourinho, uma homenagem ao ator falecido recentemente e ao Teatro Tablado, de Maria Clara Machado. Para ler o edital e obter mais informações, os interessados devem acessar o site. http://www.ciacucadeteatro.com.br/
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TEATRO
1º Festival de Cinema dos Povos Indígenas
1º Festival de Cinema dos Povos Indígenas
Realizar-se-á entre Cinco e Nove de agosto de 2008 o 1º Festival de Cinema dos Povos Indígenas. O evento tem o objetivo de fomentar o valor das culturas originárias, divulgar as realidades indígenas da América Latina e promover o acesso ao uso de meios audiovisuais por parte das comunidades qom, wichí e mocoví da província argentina do Chaco e na região. Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Departamento de Cinema e Espaço Audiovisual (DeCEA). O Festival tem como característica fundamental o fato de ser multi-sede e itinerante.
Baseado na infra-estrutura oferecida por cinco unidades de cine-móveis que chegam desde Formosa, Corrientes, Entre Ríos, Tucumán e Chaco, se realizou um projeto de projeções em 45 localidades e paradas onde existe uma maior concentração de comunidades originárias. Estas projeções serão de filmes latino-americanos realizados por cineastas indígenas e não-indígenas, porém que abordam sua problemática. Cada uma das projeções será completada com um espaço para a reflexão e análise que será coordenado por professores bilíngües, em uma articulação feita com o Ministério de Educação provincial.
Ao longo de três dias de projeções itinerantes, no dia 9 de agosto se realizará uma jornada de encerramento que consistirá em uma maratona de filmes no Complexo Cultural Guido Miranda, de Resistência. Nesta jornada se pretende mostrar todos os filmes recebidos para o Festival, com o propósito de aproximar a sociedade branca e o universo audiovisual dos Povos Indígenas de América Latina, pelo conhecimento de suas realidades e suas culturas. Também nessa jornada se formará uma mesa-redonda onde participarão, além de referentes locais, o realizador boliviano Milton Guzmán; o realizador Fernando Molnar (diretor de Povos Originários, enviado pelo Canal Encontro); e Pablo Wright (antropólogo especializado em cultura qom).
Realizar-se-á entre Cinco e Nove de agosto de 2008 o 1º Festival de Cinema dos Povos Indígenas. O evento tem o objetivo de fomentar o valor das culturas originárias, divulgar as realidades indígenas da América Latina e promover o acesso ao uso de meios audiovisuais por parte das comunidades qom, wichí e mocoví da província argentina do Chaco e na região. Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Departamento de Cinema e Espaço Audiovisual (DeCEA). O Festival tem como característica fundamental o fato de ser multi-sede e itinerante.
Baseado na infra-estrutura oferecida por cinco unidades de cine-móveis que chegam desde Formosa, Corrientes, Entre Ríos, Tucumán e Chaco, se realizou um projeto de projeções em 45 localidades e paradas onde existe uma maior concentração de comunidades originárias. Estas projeções serão de filmes latino-americanos realizados por cineastas indígenas e não-indígenas, porém que abordam sua problemática. Cada uma das projeções será completada com um espaço para a reflexão e análise que será coordenado por professores bilíngües, em uma articulação feita com o Ministério de Educação provincial.
Ao longo de três dias de projeções itinerantes, no dia 9 de agosto se realizará uma jornada de encerramento que consistirá em uma maratona de filmes no Complexo Cultural Guido Miranda, de Resistência. Nesta jornada se pretende mostrar todos os filmes recebidos para o Festival, com o propósito de aproximar a sociedade branca e o universo audiovisual dos Povos Indígenas de América Latina, pelo conhecimento de suas realidades e suas culturas. Também nessa jornada se formará uma mesa-redonda onde participarão, além de referentes locais, o realizador boliviano Milton Guzmán; o realizador Fernando Molnar (diretor de Povos Originários, enviado pelo Canal Encontro); e Pablo Wright (antropólogo especializado em cultura qom).
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CINEMA BRASILEIRO
domingo, 3 de agosto de 2008
1922: Transmissão da primeira peça radiofônica
1922: Transmissão da primeira peça radiofônica
M: – Jack! Jack, o que está acontecendo?
J: – As lâmpadas se apagaram
M: – Onde você está?
J: – Aqui!
M: – Onde? Não consigo te achar!
Mary e Jack estão soterrados numa mina de carvão.
M: – Por que as lâmpadas se apagaram de repente?
J: – Sei lá! Com certeza vão acender de novo.
M: – Você acha?
Danger (Perigo) é o nome dessa peça radiofônica de Richard Hughes, levada ao ar, pela primeira vez, em janeiro de 1924, em Londres. O rádio estava apenas engatinhando, mas já se havia descoberto o potencial dramático dessa nova mídia.
Disputa pelo pioneirismo
Há uma controvérsia sobre qual foi de fato a primeira peça radiofônica da história. Uns dizem que foi O Lobo, transmitida no dia 3 de agosto de 1922, nos Estados Unidos. Outros consideram que foi Perigo, peça da qual foram realizadas, posteriormente, várias novas produções.
O jovem casal Mary e Jack e o velho Bax estão numa velha mina, semi-soterrados:
M: Isto é água! A mina está sendo inundada, vamos morrer afogados! Jack!
B: Queria ter tanta fé em Deus como esses mineiros. Droga, assim seria mais fácil morrer.
M: Jack, Jack, não! Não, não quero morrer. Não quero! Não quero! Não quero!
B: Precisamos todos acreditar, minha jovem!
Quando Perigo foi levada ao ar pela primeira vez, em 1924, os atores falavam ao vivo, no estúdio da rádio, vestindo inclusive figurinos. Na época, não existia gravação. Logo as peças radiofônicas alcançaram enorme popularidade.
No fim da década de 30 tornaram-se uma nova forma de entretenimento. Artistas de renome, como o alemão Bertolt Brecht, escreveram obras especialmente para o rádio. Os temas prediletos, ao lado de adaptações de livros famosos, eram as histórias dramáticas, como a da peça Perigo.
(Um estrondo.)
M: Jack!
J: Meu Deus, Mary!
M: Jack, Jack, o que foi?
(Estrondo, ruído de desabamento, tosse.)
M: A poeira, estou com falta de ar. Não posso mais respirar. Jack!
J: Pare de berrar. Como é que você pode respirar se fica berrando?
M: Jack!
J: Agüente, Mary. Não aconteceu nada. Ninguém ficou ferido.
Entre literatura e teatro
Nas décadas de 40 e 50, a peça radiofônica amadureceu como gênero artístico. Foi o período áureo das novelas de rádio brasileiras, por exemplo. A dramaturgia era tradicional, a linguagem radiofônica não se distanciava da literatura nem do teatro.
A revolução estética ocorreu em meados da década de 60, com o surgimento das peças de rádio experimentais, não mais baseadas numa estrutura linear de narração. O rádio deixou de contar estórias e começou a explorar o potencial dramático da reprodução sonora.
Na Alemanha, o chamado "Hörspiel" (tradução literal: peça para ser ouvida) abriu um novo campo de experiências, ligadas à música eletrônica que surgiu na década de 50, desenvolvendo-se paralelamente ao gênero dramático.
O conceito de "arte acústica" define hoje a convergência de diversas tendências, que têm em comum o fato de estarem explorando as possibilidades artísticas e dramáticas do som e voz falada. Por exemplo: as paisagens sonoras (soundscapes), a ecologia sonora, a poesia acústica (e radiofônica), as instalações sonoras, música concreta e eletrônica.
Narrativas emocionantes são padrão
Ao lado de todas essas novas tendências, o rádio continua criando peças mais tradicionais, que contam estórias narrativas e provocam emoções, como o medo, alegria, saudade, tristeza, enfim, tudo o que a imaginação radiofônica foi capaz de suscitar no ouvinte, desde a década de 20.
J: Alguém está batendo!
(Batidas.)
M: A água já chegou até a minha cintura, Jack!
J: Estamos aqui! Aqui! Aqui em baixo. Vão nos salvar, talvez.
B: Socorro! Depressa, seus desgraçados. Vai, depressa, estamos nos afogando! Depressa, depressa!!
(Abre-se uma saída.)
M: Conseguimos.
Resgatadores: Segurem a corda aí em baixo.
B: Segurem!
(Os resgatadores puxam Mary e Jack para cima.)
Resgatadores: Agora o terceiro. Segurem aí em baixo!
(Silêncio.)
J: Bax! Bax! ... Bax?
M: – Jack! Jack, o que está acontecendo?
J: – As lâmpadas se apagaram
M: – Onde você está?
J: – Aqui!
M: – Onde? Não consigo te achar!
Mary e Jack estão soterrados numa mina de carvão.
M: – Por que as lâmpadas se apagaram de repente?
J: – Sei lá! Com certeza vão acender de novo.
M: – Você acha?
Danger (Perigo) é o nome dessa peça radiofônica de Richard Hughes, levada ao ar, pela primeira vez, em janeiro de 1924, em Londres. O rádio estava apenas engatinhando, mas já se havia descoberto o potencial dramático dessa nova mídia.
Disputa pelo pioneirismo
Há uma controvérsia sobre qual foi de fato a primeira peça radiofônica da história. Uns dizem que foi O Lobo, transmitida no dia 3 de agosto de 1922, nos Estados Unidos. Outros consideram que foi Perigo, peça da qual foram realizadas, posteriormente, várias novas produções.
O jovem casal Mary e Jack e o velho Bax estão numa velha mina, semi-soterrados:
M: Isto é água! A mina está sendo inundada, vamos morrer afogados! Jack!
B: Queria ter tanta fé em Deus como esses mineiros. Droga, assim seria mais fácil morrer.
M: Jack, Jack, não! Não, não quero morrer. Não quero! Não quero! Não quero!
B: Precisamos todos acreditar, minha jovem!
Quando Perigo foi levada ao ar pela primeira vez, em 1924, os atores falavam ao vivo, no estúdio da rádio, vestindo inclusive figurinos. Na época, não existia gravação. Logo as peças radiofônicas alcançaram enorme popularidade.
No fim da década de 30 tornaram-se uma nova forma de entretenimento. Artistas de renome, como o alemão Bertolt Brecht, escreveram obras especialmente para o rádio. Os temas prediletos, ao lado de adaptações de livros famosos, eram as histórias dramáticas, como a da peça Perigo.
(Um estrondo.)
M: Jack!
J: Meu Deus, Mary!
M: Jack, Jack, o que foi?
(Estrondo, ruído de desabamento, tosse.)
M: A poeira, estou com falta de ar. Não posso mais respirar. Jack!
J: Pare de berrar. Como é que você pode respirar se fica berrando?
M: Jack!
J: Agüente, Mary. Não aconteceu nada. Ninguém ficou ferido.
Entre literatura e teatro
Nas décadas de 40 e 50, a peça radiofônica amadureceu como gênero artístico. Foi o período áureo das novelas de rádio brasileiras, por exemplo. A dramaturgia era tradicional, a linguagem radiofônica não se distanciava da literatura nem do teatro.
A revolução estética ocorreu em meados da década de 60, com o surgimento das peças de rádio experimentais, não mais baseadas numa estrutura linear de narração. O rádio deixou de contar estórias e começou a explorar o potencial dramático da reprodução sonora.
Na Alemanha, o chamado "Hörspiel" (tradução literal: peça para ser ouvida) abriu um novo campo de experiências, ligadas à música eletrônica que surgiu na década de 50, desenvolvendo-se paralelamente ao gênero dramático.
O conceito de "arte acústica" define hoje a convergência de diversas tendências, que têm em comum o fato de estarem explorando as possibilidades artísticas e dramáticas do som e voz falada. Por exemplo: as paisagens sonoras (soundscapes), a ecologia sonora, a poesia acústica (e radiofônica), as instalações sonoras, música concreta e eletrônica.
Narrativas emocionantes são padrão
Ao lado de todas essas novas tendências, o rádio continua criando peças mais tradicionais, que contam estórias narrativas e provocam emoções, como o medo, alegria, saudade, tristeza, enfim, tudo o que a imaginação radiofônica foi capaz de suscitar no ouvinte, desde a década de 20.
J: Alguém está batendo!
(Batidas.)
M: A água já chegou até a minha cintura, Jack!
J: Estamos aqui! Aqui! Aqui em baixo. Vão nos salvar, talvez.
B: Socorro! Depressa, seus desgraçados. Vai, depressa, estamos nos afogando! Depressa, depressa!!
(Abre-se uma saída.)
M: Conseguimos.
Resgatadores: Segurem a corda aí em baixo.
B: Segurem!
(Os resgatadores puxam Mary e Jack para cima.)
Resgatadores: Agora o terceiro. Segurem aí em baixo!
(Silêncio.)
J: Bax! Bax! ... Bax?
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